Fragmento 1/10, Denário 1/1370 - BURACOS OPERACIONAIS - Estava a escrever no Gmail quando a bateria acabou e perdi tudo.
Como se trata de escrita performativa de improviso sob livre fluxo da consciência, impossível reescrever o texto
Era um longo texto composto por 10 fragmentos ou cartas, o primeiro dos 1370 denários que compõem este Projeto de Denários Artísticos Hipnopômpicos do Spin
Devido ao ocorrido, vendo-me tentar reescrever o que estava escrito, perguntei-me porque afinal de contas eu teria que insistir neste projeto cujo objetivo seria resolver o problema da Caverna Antares se, quando ando pelas ruas tenho a sensação de, por algum motivo que não sei, ser alvo de rejeição
Não seria melhor deixar quietos os antarianos felizes diante de suas próprias sombras estampadas na parede da caverna ?
Que mania terrível essa de viver assim, como que obrigado a levar adiante essa obra, agora me lembro de um momento de hipnopompia em que se nos apresentaram a frase A Jornada do Camaleão
Depois do ocorrido, agora tenho medo de escrever nessas plataformas do Google e outras Big Techs e de repente perder tudo quando imaginava que os textos fossem automaticamente salvos a cada segundo, sqn: só que não
Fragmento 2/10, Denário 1/1370: TEMPO
No momento são 7.27 de 5 de fevereiro + 45 = dia 50 do mês de netuno (18/12 a 29/2) e estou a escrever na caixa de edição do folhetim do spin, mais especificamente na folhinha 1 deste mês spin, composto por 73 dias, 70 online mais 3 offline, sendo 74 dias num mês em ano bissexto.
Feliz Ano Novo
Na Cidade Spin cada indivíduo, seja ele animal, humano ou jurídico, festeja o seu ano novo de aniversário, neste ano comemorei o meu mas, como tenho a sensação de rejeição para que eu me renda e viva sob a direção de Antares, todo e qualquer gesto que eu faça vem sendo usado, há alguns anos na construção de uma falsa narrativa
Fragmento 3/10, Denário 1/1370
Spin D de Decimal
O tempo desta narrativa é um denário, ou seja, 10 fragmentos/cartas, prossigamos então e, ao final deste fragmento, assim como vi num momento de hipnopompia momentos atrás, iniciar o fragmento/carta/fragmento/
Fragmento 4/10, Denário 1/1370
O Retorno de Si
No contexto da perda do meu conto hipnopômpico por escrevê-lo no Gmail quando a bateria descarregou, eu havia decidido não mais escrever e muito menos resolver o problema de Antares, ainda mais na condição de ovelha desgarrada/rejeitada.
Não serei euzinho que darei uma de JESOS a quebrar as sombras da caverna: que outro ou outra assuma este papel: cansei. Fui
Voltei ou: O Eterno Retorno ou: Oroboro
Dormi sob este contexto da desilusão e, ao acordar, me mantive de olhos fechados para esfriar o corpo antes de por os pés no chão lição aprendida com meu pai quando na infância ele provocava sacolejos em nossas redes e dizia: não abre os olhos antes de esfriar o corpo. Este momento acordado antes de abrir os olhos é denominado de hipnopompia, por ciência e, como não sou cientista e sim artista, chamo de visão interna: Jung chama de IA (Imaginação Ativa) e o Projeto Stargate, de Instituições estatais dos EUA na década de 70, chamou de Visão Remota, que pode ser natural ou guiada por um assistente, o qual usava gatilhos em suas experiências com visualizadores remotos. Cercado de ceticismo, o Stargate foi descontinuado na década de 90, sendo que Instituições da sociedade civil o mantém e ministram cursos, como é o caso do Projeto Stargate Brasil
Pov: Já fizestes algum treinamento de visualização remota ?
Spin: Não fiz porque já pratico como autodidata da hipnopompia desde criança e, como aconteceu momentos atrás
Desiludido com o apagamento, eu havia desistido de uma prática que é aquilo que sou no meu âmago: a minha vocação de visualizador e não o que consumo ou outra característica secundária da minha pessoa
Fragmento 5/10, Denário 1/1370
BURACOS OPERACIONAIS NO CONTEXTO DO PRINCÍPIO COSMOLÓGICO
De tão acromático, intui ser aquilo o princípio cosmológico que, através da hipnopompia, se nos apresentaram um túnel cinza escuro de um tamanho que pareceu-me infinito exposto na direção sudoeste - nordeste da rosa dos ventos celeste
Ao fundo da imagem do túnel que lembrou-me um tipiti, chamado de tapiti noutras regiões um fundo negro como representação simbólica do nada ou: a realidade antes da nossa realidade observável
No meio do túnel, notei a presença de (9+1) tijolos de argila crua, de cor cinza, o que reforçava a cena acromática daquele cenário sem luz. Lembrei-me da visão hipnopômpica da equaçâo 0 x 36/360 = 0, em que 360 é o círculo cromático e 36 é a bora em graus no relógio cromático spin de 10 horas, sendo que o 0 é também a representação simbólica da cor negra no círculo acromático
Os tijolos de barro argila cinza se movimentavam em sentido horário, como representação simbólica da interação gravitacional, talvez derivada daquelas formas geométricas primordiais: o nada ou 0(círculo), o cilindro(túnel) e o retângulo(tijolo)
Lembretes: O universo mãe, buraco negro primordial sob evaporação, anamnese cósmica em 3 tempos: a primeira particula que se iluminou devido a velocidade, a dualidade da luz nas trevas ou preto versus branco e o nosso cotidiano, a festa carreata em marcha ré, carta O Carro, lado sombra
Fragmento 6/10, Denário 1/1370
Buracos Operacionais, base da evolução e elo de comunicação entre as coisas
Interessante se notar que algumas dessas visões hipnopômpicas se nos apresentam como ampliação ou resposta a alguma pergunta que eu faça em estado de hionopompia ao ouvir o áudio de algum vídeo. Exemplo: enquanto de olhos fechados eu ouvia o play de um vídeo sobre astronomia, fiz a seguinte pergunta: o que existe dentro de um buraco negro? Como resposta, se nos apresentaram um núcleo luzente, que intui ser informacional, do tamanho da cabeça de um alfinete
Tempos depois, quando em estado de hipnopompia escutava a fala de um astrônomo, sem que eu nada perguntasse, se nos apresentaram um buraco negro a emitir partículas em forma de faíscas pela superfície
Este objeto estelar de cor cinza girava rotacionava em torno do próprio eixo, em sentido anti-horário quando, de forma inesperada ejetou/ricocheteou uma esfera em tonalidade branca na direção do observador
Intui ser aquela pequena esfera o núcleo informacional, um devir, um vir a ser disso em que se tornou nosso universo observável. Tal núcleo trazia o número 13700
Bom que se repita
Tempos atrás, num momento de hipnopompia, ss nos apresentaram um objeto estelar branco (não-cor) tipo tubo PVC dos maiores, disposto na posição sudoeste-nordeste da bússola celeste. Ao fundo, o céu estrelado. O túnel apontava para uma estrela que pareceu-me ser a mais brilhante do firmamento, não por ser maior e ser por ser a mais potente.
Sem entender do que se tratava aquele objeto inusitado, fiz a seguinte pergunta genérica, até mesmo por ser impossível sermos específicos diante do mistério: e daí ?
Como resposta se nos apresentaram a seguinte explicação resposta: BURACOS OPERACIONAIS, BASE DA EVOLUÇÃO E ELO DE COMUNICAÇÃO ENTRE AS COISAS
Na sequência, olhei pro interior do túnel e vj filamentos que me disseram serem invisíveis
Intui que aqueles filamentos invisíveis, que pareciam crinas de cavalo, fibras escuras de cisal ou longos cabelos pretos, fossem o elo de comunicação entre as coisas
Lembretes: VFC, Visão.Forma.Conhecimento, tríades evolutivas: animais, humanos e jurídicos; os 3 códigos da vida o estar a sós consigo mesmo(a mistica), o estar com outro (orgon, segundo Wihelm Reich) e o estar com todos (amizade, trabalho, sociabilidade)
Fragmento 7/10, Denário 1/1370
Anamnese Cósmica
Antes de abrir os olhos, não me lembro se dormindo ou acordado, vi-me na fila da psicóloga, num galpão na periferia da cidade-estado
Quando chegou minha vez conversamos
Ela: cadê sua anamnese ?
Neste momento olhamos para o vazio sideral e nada vimos, nenhuma estrela nenhum átomo ou outra existência, quando do nada surgiu, do espaço profundo, uma partícula luzente em alta velocidade, na direção do observador, no caso, nós
Intui ser aquela a primeira partícula que, na velocidade, iluminou-se, não sei se se tratava de existência sem massa e se, por isso, viajava além da velocidade da luz, o que transforma um spin noutro spin
Lembrete/transição pra vídeo: visão hipnocaos do chapéu que devido a velocidade de giro rotacional virou guarda-chuva, como num desenho HQ. A arte não precisa ser anunciada como arte (visão hipno)
De volta à visão hipnopop da namnese cósmica
Como resposta à pergunta da psicóloga, se nos apresentaram pela primeira uma das infinitas possibilidades da co figuração da tríade VFC, Visâo.Forma.Conhecimento
Na sequência 1 a primeira partícula que se iluminou na GDE, Grande Deiscência Estelar, isso que chamam de Big Bang
Na sequência 2 a luz nas trevas, o contraste, quando se nos apresentaram a luz em interação gravitacional com nuvens escuras.
Na sequência 3 um homem correndo na estrada, como representação simbólica da nossa realidade
Fragmento 8/10, Denário 1/1370
O Spin Sarcopênico
Um momento, são 9.46h, esqueci que minha querida cunhada R. disse-me: ao escrever eleve o celular à altura dos seus olhos, para evitar danos físicos. Grato pelo alerta. Agora sei: ontem minha sobrinha E. chamou-me pra fazer atividade física pra evitar a sarcopenia
Lembro-me que em momentos de hipnopompia, tenho-me visto em cadeira de rodas devido a sarcopenia. Se ligar. Cair na real
Fragmento 9/10, Denário 1/1370
A falsa narrativa é a melhor forma de te prender sem que tenhas cometido crime.
Situações, cenas e imagens ambíguas ou de duplo sentido, podem ser usadas para te destruir. A este respeito ouça Hino de Duran/Chico Buarque: ou Um Rei/Ney Matogrosso
Os motivos da falsa narrativa vão desde o inusitado do momento, como outros motivos tais como: narcisismo patológico, busca por dinheiro a qualquer custo (o povo está adoecido por isso), fobia, paranóia, ódio, inveja, ressentimento, alienação parental, vingança de fim de relacionamento, disputa por guarda de filhos e/ou patrimonial entre casais, rejeição etc
No entanto todos fazem cara de paisagem para esta chaga social. Somente há uns 3 dias atrás fiquei sabendo que décadas atrás minha irmã C foi vítima de falsa narrativa na escola infantil, caso Escola Base/SP.
Por isso pense bem antes de seguir o estouro da boiada.
Eu mesmo, que tenho a sensação de ter nascido sob o estigma da falsa narrativa através da frase FOI O ZÉ, dia 29 último quase fui preso sem ter cometido crime, o que relato no meu canal no Youtube, busque pelo título Quase fui preso por um crime que não cometi
Portanto, meu amigo, não faça cara de paisagem diante de qualquer tipo de falsa narrativa, por mais insignificante possa parecer, pois no final, somos todos nós que pagamos a conta quando acreditamos na versão de uma das partes. Há muito maluco por ai: maluco por dinheiro, diga-se de passagem. Ou maluco mesmo, de jogar pedra em lua.
Fragmento 10/10, Denário 1/1370
O Acolhimento no Contexto da Teoria dos Buracos Operacionais
Hoje ao acordar, antes de abrir os olhos, vi-me correndo na Avenida Anhanguera, no sentido oeste-leste da cidade de Goiânia - Rio Meia Ponte
Livre da escrita que eu jurava ter abandonado, percebi a cidade como um ambiente de não-cores, pois marcado pelos tons negro, cinza e branco, sem que houvesse qualquer sinal de contraste, mesmo entre o branco e o negro.
De tão acromático, lembrei-me da visão di princípio cosmológico que, através da hipnopompia, se nos apresentaram em túnel cinza escuro de um tamanho que pareceu-me infinito exposto na direção sudoeste - nordeste da rosa dos ventos celeste
Tudo muito prefigural, como a representar o que está por vir ou: antes da figura ou: antes das cores luzes ou: antes do universo observável
Após correr quilômetros, esbaforido, olhei para o céu e vi uma mulher com um túnel tipo PVC que intui ser um buraco operacional cuja cor era uma não-cor : o branco. Ao fundo o céu estrelado como representação simbólica da contemporaneidade
Sem entender, fiz a pergunta genérica que sempre faço: e daí
Como resposta, se nos apresentaram F vestida de uma cor: blusa e calça em tom esverdeado, a blusa verde claro e a calça num tom de verde que tendia para o amarelo
Sem entender, perguntei de novo: e daí ?
Como resposta ela nos aconselhou a ser o que somos e. no meu caso, dar continuidade à escrita performativa da qual deriva a anamnese ou: LBP. Lembrançss do Passado Presentes.
Quando da visão dos buracos opsracionais, nos dias seguintes e até hoje, passei a fazer perguntas para entender esse objeto estelar e seus reflexos no nosso cotidiano
De lá até agora, foram inúmeras as perguntas e respostas, em qualquer ambiente, basta que para isso fechemos os olhos para vee, sendo que na maioria das vezes não foi preciso perguntar
1- Que símbolo representa os buracos operacionais ? Como resposta, se nos apredentaram um quibano (circulo) com um triângulo encarnado, de ponta pra vima. no centro
2- Nós existimos dentro ou fora dos buracos operacionais? Como resposta se nos apresentaram a seguinte performance: alunos a camimho da Faculdade de Artes Visuais da Umiversidade Federal do Piaui, após passarem pelo "buraco do Reitor", um buraco no muro no Bairro Ininga, usado como atalho, deixaram as chinelas roxa de borracha ao pé da mangueira, ao lado do atalho e seguuram descalsos para sentir a superfície da Terra. E apreendi o gestual como sendo a seguinte resposta: nós existimos na superfície
3- No contexto das perguntas e respostas sobre buracos ooeracionais, num momento de hipnopompia. se nos apresentaram a seguinte frase misteriosa que intui ser uma determinação, a qual eu não poderia recusar: RESOLVER O PROBLEMA DE ANTARES
Tempos depois, num momento de hipnopompia, derivado do fechamento dos olhos para aplicação de colírio como preparação para cirurgia de catarata pela Dra. Amanda Paz, no Hospital Francisco Vilar, em Teresina - Rio Parnaíba, fiz a seguinte pergunta: QUAL O PROBLEMA DE ANTARES ?
Como resposta, se nos apresentaram um grupo de performers de pele cinzenta no interior de um espaço branco
Aquele grupo de pessoas não notou minha chegada, pois eles jamais olhavam pra qualquer direção que não para a parede ao fundo onde eram pronetadas as sombras da realidade que, para os antarianos era a única realidade, perene, imutável e irreconfigurável
O grupo se pensava sabio e feliz e ai daquele que peeturbasse aquela paz de cemitério
O grupo antimetamorfósico jamais olhava para trás ( o passado), nem para os lados (o presente) e muito menos para o horizonte (o futuro)
Eis o nosso desafio da Jornada do Camaleão: QUEBRAR AS SOMBRAS DA CAVERNA, o que implica em descolonizar corpos e pensamentos. A este respeito ouça: Sangue Latino, de Ney Matogrosso, spin cantor, humano
Momento 2, FORMA
BRANCO SOBRE BRANCO, de Malevitcb
Momento 3, Conhecimento

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